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FAQ
Resposta às perguntas mais freqüentes sobre o Opus Dei.
FAQ
Podem-se encontrar aqui as respostas para as perguntas mais freqüentes sobre o Opus Dei, que estão agrupadas em seções às quais se tem acesso através do menu da coluna à esquerda.
Sobre o Opus Dei
O Opus Dei (Obra de Deus, em latim) é uma instituição hierárquica da Igreja Católica — uma prelazia pessoal —, que tem como finalidade contribuir para a missão evangelizadora da Igreja. Concretamente, pretende difundir uma profunda tomada de consciência da chamada universal à santidade e do valor santificador do trabalho cotidiano. O Opus Dei foi fundado por São Josemaría Escrivá em 2 de outubro de 1928.
As prelazias pessoais são circunscrições eclesiásticas, previstas pelo Concílio Vaticano II e pelo Código de Direito Canônico, que são constituídas para levar a cabo, com grande flexibilidade, determinadas tarefas pastorais. Os fiéis das prelazias pessoais continuam pertencendo às igrejas locais ou dioceses onde têm o seu domicílio.
Certa vez, um membro do Vaticano disse a São Josemaría que o Opus Dei chegara "com um século de antecedência". A novidade do espírito do Opus Dei reside, entre outros pontos: — numa correspondência ativa à chamada universal à santidade;  — numa espiritualidade baseada no valor santificador do trabalho quotidiano;  — numa organização da Igreja dedicada a esses ideais, com homens e mulheres, casados, solteiros e viúvos, sacerdotes e leigos, de todas as raças, idades e condições sociais, todos esforçando-se por viver esse mesmo espírito; — no desenvolvimento deste ideal pela Europa, América, Ásia, África e Oceania em relativamente poucos anos depois de sua fundação; — num profundo respeito pela liberdade dos cristãos nas suas próprias atividades (o amplo panorama da sociedade secular), vendo-os não como uma espécie de representantes dos clérigos, mas como membros plenos da Igreja, que atuam em resposta ao chamado do batismo. Atuam na vida secular com plena liberdade e responsabilidade pessoal, aproveitando os seus dotes intelectuais ou manuais, a sua arte e os seus conhecimentos, a sua experiência profissional para o seu trabalho e para outras funções e obrigações dentro da sociedade. Quando o Opus Dei foi fundado, muitos aspectos do seu espírito, ainda que baseados no Evangelho, foram considerados revolucionários durante um certo tempo, a ponto de alguns o terem considerado uma heresia: aspectos como o papel radical dos leigos na Igreja e no mundo; o papel da mulher; a visão do matrimônio como um caminho para a santidade; o amor ao mundo criado por Deus, como um lugar onde se pode procurar a santidade; e as dificuldades e alegrias da vida ordinária, do dia-a-dia, encaradas como meio que pode servir para a pessoa se santificar. Muitas destas idéias fizeram parte, mais tarde, dos ensinamentos oficiais da Igreja, especialmente durante o Concílio Vaticano II.
Não. Qualquer pessoa pode pertencer ao Opus Dei, independentemente dos seus talentos, capacidades ou condição social. É Deus quem dá a vocação, e na prática há pessoas de todas as classes sociais. Quando o Opus Dei, passado o tempo necessário, se acha desenvolvido em um país, a mescla social dos fiéis da Prelazia é muito parecida à que pode haver no país em questão. Um objetivo do Opus Dei é promover a chamada universal à santidade, o que implica que cada pessoa é chamada por Deus para ser santa, independentemente da sua ocupação ou da sua posição social. Obviamente, as obras corporativas do Opus Dei (escolas, hospitais e outros projetos sociais) estão abertos a qualquer um, sem importar a raça, a nacionalidade, a religião ou a situação social. Esta perspectiva representou, por vezes, uma posição inovadora em países onde não havia esta amálgama cultural ou social.
O Opus Dei é uma prelazia pessoal de âmbito internacional, composta por um Prelado, por um clero próprio e por fiéis leigos (homens e mulheres). Os sacerdotes da Prelazia procedem dos membros leigos. Os leigos e os sacerdotes cooperam organicamente na missão de difundir o ideal da santidade no meio do mundo e de promover, especialmente, a santificação do trabalho.
Homens e mulheres têm a mesma dignidade de filhos de Deus, e são igualmente chamados à santidade heróica em virtude do Batismo. As mulheres e os homens da Prelazia vivem o mesmo espírito, promovem apostolados similares, exercem todas as profissões honradas, procuram da mesma forma santificar o trabalho e a vida familiar. Além disso, os fiéis leigos do Opus Dei, homens e mulheres, desempenham idênticas tarefas de direção e de formação na Prelazia.
Ser santos significa parecer-se com Jesus Cristo em tudo: pensamentos, sentimentos, palavras e ações. O traço mais característico da santidade é a caridade (amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmo), que dá forma a todas as virtudes: humildade, justiça, laboriosidade, castidade, obediência, alegria... É uma meta a que todos os batizados são chamados, e que só é alcançada no Céu, depois de lutar a vida inteira, contando com a ajuda de Deus.
Significa trabalhar segundo o espírito de Jesus Cristo: trabalhar bem, com qualidade, de acordo com a justiça e respeitando as leis, com o fim de amar a Deus e servir os outros. Desse modo se contribui para santificar o mundo a partir de dentro e para tornar o Evangelho presente em todas as atividades, tanto nas que parecem mais brilhantes como nas mais humildes e escondidas, porque o importante diante de Deus não é o êxito humano, mas o amor que se coloca no trabalho.
O principal apostolado que desempenham os fiéis da Prelazia do Opus Dei é o que cada um deles realiza no seu próprio ambiente, sem formar grupos, mas como expressão natural e espontânea do seu compromisso cristão. O apostolado enobrece os laços de amizade: um bom cristão se esforça por ser um bom amigo, sincero e leal. Além disso, como fruto do desejo de contribuir para a solução dos problemas do seu ambiente e de ajudar os mais necessitados, os fiéis do Opus Dei, com muitas outras pessoas, promovem iniciativas educacionais e assistenciais: escolas, hospitais, centros de formação profissional, universidades... São instituições muito diversas, que têm a personalidade própria do país e da cultura em que nascem.
O Opus Dei tem e difunde apenas a doutrina da Igreja. A característica específica do Opus Dei é o esforço para levar o Evangelho a todos os ambientes através da santificação do trabalho. No Opus Dei se vive e se incentiva a liberdade e o pluralismo em todas as questões políticas, culturais, econômicas e sociais que não tenham sido definidas pela Igreja.
A quem se dirige
Pertencem à Prelazia mais de 84.000 pessoas, das quais cerca de 1.800 são sacerdotes. Do total de fiéis, aproximadamente metade são mulheres e metade homens. A distribuição por continentes é, aproximadamente, a seguinte: África: 1.600 Ásia e Oceania: 4.700 América: 29.000 Europa: 48.700
As relações dos fiéis leigos do Opus Dei com seus párocos, bispos e com o Papa são exatamente as mesmas que têm os demais fiéis católicos. Como outros cristãos, têm obrigações em relação às normas diocesanas e seguem os ensinamentos e orientações do bispo e participam plenamente da vida da sua paróquia em função das suas circunstâncias. Suas obrigações para com o Opus Dei são complementares e começam onde termina a autoridade do bispo e se referem a aspectos (por exemplo, a sua vida espiritual e o apostolado) em que os fiéis têm liberdade para buscar o seu próprio caminho de santificação.
Não há votos no Opus Dei. Os fiéis assumem um compromisso com o Opus Dei simplesmente pela sua honra de cristãos. Comprometem-se a procurar a santidade e a ajudar os outros a fazer o mesmo segundo o espírito do Opus Dei, o que significa procurarem a santidade primordialmente em e através do trabalho quotidiano e no cumprimento dos seus deveres como cristãos, conservando sempre a sua liberdade pessoal.
Sim. De fato, a imensa maioria dos fiéis da Prelazia são pessoas casadas. Alguns são solteiros, e desses uns poucos são sacerdotes (menos de 2% do total).
Podem pertencer ao Opus Dei fiéis católicos adultos, homens e mulheres de qualquer cultura, nacionalidade, condição social e nível econômico, que percebem que Deus os chama a servi-Lo plenamente no meio do mundo, e que respondem livremente a essa chamada: de fato, a incorporação ao Opus Dei é sempre um compromisso de amor como resposta a uma vocação divina. Atualmente pertencem ao Opus Dei mais de 85.000 pessoas.
A maior parte dos fiéis da Prelazia são casados e se esforçam por seguir Jesus Cristo precisamente nas circunstâncias comuns da sua vida: no seu trabalho fora e dentro do lar, cuidando da sua família, mantendo o amor conjugal sempre jovem, recebendo com generosidade os filhos que Deus lhes concede, educando-os com esmero e transmitindo-lhes a fé com o seu exemplo e a sua caridade.
A incorporação é feita mediante uma declaração formal por parte da Prelazia e do interessado. É baseada no valor da palavra dada e na honradez cristã da pessoa que se incorpora à Prelazia, e traz consigo um compromisso por toda a vida: lutar para ser santo, segundo o espírito do Opus Dei. Portanto, requer que o interessado seja maior de idade e que se trate de uma decisão livre, ponderada e madura. Exige, além disso, a necessária informação prévia e um adequado período de preparação.
Normalmente, a petição de admissão na Prelazia é precedida por um tempo de assistência regular aos meios de formação (recolhimentos, aulas, direção espiritual), que permite conhecer com profundidade o Opus Dei. Também se recomenda o exercício estável das práticas cristãs que os fiéis da Prelazia se comprometem a viver, tais como a recepção freqüente dos sacramentos, a oração, o apostolado e, em geral, o esforço humilde e constante por adquirir as virtudes.
Além dos sacerdotes, alguns leigos — homens e mulheres — vivem o celibato como um dom de Deus e por motivos apostólicos. Isto permite-lhes uma maior dedicação a tarefas formativas, sem modificar em nada a sua condição laical, a sua situação profissional, a sua posição na Igreja e na sociedade.
Os sacerdotes seculares incardinados em uma diocese não podem pertencer à Prelazia, mas podem fazer parte da Sociedade Sacerdotal da Santa Cruz, uma associação indissoluvelmente unida à Prelazia. Ao se incorporarem à Sociedade da Santa Cruz, a sua condição diocesana não se modifica: eles continuam pertencendo plenamente ao clero da sua própria diocese e dependendo do seu Bispo, como antes. Esses sacerdotes se comprometem a procurar a santidade no exercício do trabalho sacerdotal, segundo o espírito do Opus Dei, e se empenham de forma especial em viver profundamente unidos ao seu próprio Bispo e aos demais sacerdotes.
Os cristãos não católicos e as pessoas de outras religiões não podem pertencer à Prelazia, mas podem cooperar com o Opus Dei, se o desejarem. Os cooperadores rezam pelo Opus Dei e colaboram — com o seu trabalho e com as suas esmolas — com as iniciativas educacionais e assistenciais promovidas pelos fiéis da Prelazia em todo o mundo. Atualmente, contam-se entre os cooperadores do Opus Dei cristãos ortodoxos, anglicanos, luteranos, bem como judeus, muçulmanos, budistas e também pessoas que não professam nenhuma religião.
Atividades que desenvolve
Como organização, o Opus Dei ajuda as pessoas comuns a viver de acordo com a sua fé cristã na sua atividade quotidiana, oferecendo-lhes a ajuda espiritual e a formação de que precisam para consegui-lo. Lembra a chamada universal à santidade - a idéia radical de que cada pessoa está chamada por Deus para santificar-se - especialmente por meio do trabalho profissional e das atividades quotidianas. Para tanto, oferecem-se retiros espirituais, momentos de oração, cursos de filosofia e teologia, direção espiritual, etc., em primeiro lugar para seus membros, mas também para outros que desejem receber esta ajuda espiritual. A principal atividade do Opus Dei é realizada por cada um dos seus membros, que atuam por iniciativa pessoal com liberdade e responsabilidade. Há outros trabalhos corporativos nos quais o Opus Dei garante os aspectos doutrinais e espirituais. São sempre iniciativas sem fins lucrativos que oferecem serviços educativos, de caridade ou com um caráter social similar, e incluem centros culturais, colégios e universidades, residências de estudantes, clubes juvenis, escolas agrárias e centros médicos.
A maioria delas ocupa-se no seu trabalho profissional, mora com a sua família e desempenha a sua vida social com plena normalidade, vivendo exatamente como o fariam se não fossem do Opus Dei. O espírito do Opus Dei anima-os a realizar com perfeição essas atividades quotidianas para oferecê-las como algo valioso para Deus e para prestar uma ajuda maior à sua família, aos seus amigos e à sociedade. Deste modo, procuram crescer nas virtudes cristãs em e através de seu trabalho e nas suas atividades do dia a dia, e animam outros a fazer o mesmo. Para isso, recebem com freqüência os sacramentos e dedicam parte do seu tempo diário à oração, à leitura espiritual e a outros atos de devoção. Procuram praticar a mortificação cristã, especialmente em pequenas coisas - no trabalho, na vida de família, pensando antes nos outros, dando atenção aos detalhes, etc. Fazem retiro espiritual uma vez por ano, e assistem a aulas ou cursos sobre a fé e outros aspectos para melhorar sua vida cristã.
Os fiéis do Opus Dei podem levar a cabo qualquer atividade honesta que escolham. Como todos os cristãos e bons cidadãos, as pessoas do Opus Dei têm um interesse ativo pelo bem comum, ainda que a grande maioria não exerça uma atividade política profissional. Como cristãos comuns, a sua vocação é garantir que as suas atividades seculares se ajustem à ordem natural e moral. Os que se envolvem em política fazem-no sem representar de modo algum o Opus Dei, mas como cidadãos livres e responsáveis, seguindo seus próprios critérios e respondendo pelos seus atos da mesma forma que qualquer outro cidadão. O Opus Dei não tem nenhum interesse nas atividades políticas de nenhum membro, nem assume nunca nenhuma responsabilidade a esse respeito.
O Opus Dei proporciona aos seus fiéis o atendimento pastoral e os meios de formação que os ajudam a desempenhar a sua missão no mundo. Também oferece meios de formação àqueles que tenham interesse em aprofundar nas exigências da fé. A Prelazia organiza aulas, palestras, recolhimentos, meios de direção espiritual, etc., para tornar conhecidos os ensinamentos do Evangelho e do Magistério da Igreja e ajudar a praticá-los. Os meios de formação — que são separados para os homens e para as mulheres — são organizados em horários e locais compatíveis com o cumprimento dos deveres familiares, profissionais e sociais dos assistentes.
Os centros do Opus Dei oferecem atividades de formação para jovens estudantes e operários, como aulas de doutrina católica, direção espiritual, encontros culturais e projetos de solidariedade. Nos meios de formação recorda-se — entre outras coisas — a importância do estudo e do trabalho, como preparação indispensável para servir seriamente à sociedade e à Igreja, para ser semeadores de paz e de alegria e construir assim um mundo mais humano, mais justo e mais cristão.
A prelazia do Opus Dei como tal, e cada um dos seus fiéis em particular, esforçam-se por viver em plena comunhão com o Papa, bispos, sacerdotes, religiosos e todas as realidades eclesiais. O fundador do Opus Dei sempre recordou que o Opus Dei existe exclusivamente para servir a Igreja, e que os fiéis da Prelazia têm de ser fermento de unidade.
Outras questões
O Opus Dei teve muita fama tanto dentro como fora da Igreja. O Opus Dei ainda é uma organização jovem dentro da Igreja, e, como outras novas instituições, foi mal entendido em certas ocasiões. Essas críticas se referiram às vezes à sua fidelidade ao Papa, aos bispos ou à fé católica. Em outras ocasiões, a razão da controvérsia, real ou aparente, foi não se haver entendido corretamente alguns aspectos básicos do Opus Dei, como por exemplo: Não entender que, em questões sociais, políticas, familiares, econômicas e profissionais, os fiéis do Opus Dei têm a sua própria opinião e atuam com absoluta liberdade e responsabilidade pessoal; Confundir o caráter íntimo ou pessoal do compromisso com Deus com um caráter secreto, que são conceitos bastante diferentes; Não entender a diferença entre a condição secular ou laical dos fiéis da Prelazia, por um lado; e o estado canônico e as implicações da vida consagrada, por outro. Qualquer pessoa familiarizada com a história não se surpreenderia ao encontrar controvérsias em torno de uma nova instituição da Igreja. De fato, Jesus Cristo advertiu repetidas vezes seus seguidores de que encontrariam essas incompreensões.
Não. Cada fiel do Opus Dei, da mesma forma que qualquer cristão, forma seu próprio juízo com absoluta liberdade e independência, adotando o ponto de vista que julgue melhor nas matérias em que a Igreja não tenha proibido uma postura (por exemplo, na imensa maioria das questões políticas, sociais e econômicas). O Opus Dei não pode intrometer-se nunca, e de fato nunca o faz. A sua finalidade é exclusivamente espiritual e apostólica.
Não. Qualquer tipo de segredo está expressamente proibido pelos estatutos que regem o Opus Dei. Na prática, os colegas, amigos e conhecidos dos membros sempre saberão que estes pertencem à Prelazia porque eles mesmos o dão a conhecer, especialmente pelo sentido apostólico que procuram dar a todas as coisas que fazem. No entanto, os fiéis da Prelazia não têm nenhuma razão para sublinhar ou tornar pública a sua condição de membros, porque a busca da santidade no Opus Dei é pessoal, um aspecto de sua vida privada.
Adjetivos como "conservador" podem ter um sentido diferente quando se aplicam à política ou a questões religiosas. Se por "conservador" se entende que procura adequar-se aos ensinamentos da Igreja, então a resposta é afirmativa: o Opus Dei é conservador. Mas se se pensa em termos políticos, então o Opus Dei não é nem de direita nem de esquerda, porque cada fiel do Opus Dei decide a sua própria postura nesses assuntos: entre as pessoas do Opus Dei encontra-se grande diversidade de opiniões sobre temas políticos. Em questões espirituais e doutrinárias, naturalmente os fiéis do Opus Dei, como qualquer outro católico, seguem o magistério da Igreja quando este toma uma posição em um assunto concreto. No entanto, mesmo em matérias de natureza teológica ou filosófica, não há nenhuma escola de pensamento do Opus Dei, e os fiéis da Prelazia são tão livres como qualquer outro católico para seguir uma postura ou outra. Em outro nível, muitos aspectos do espírito do Opus Dei, longe de serem "conservadores", poder-se-iam considerar radicais e revolucionários, como se demonstra em parte por algumas das incomprensões que o Opus Dei sofreu, especialmente nos primeiros anos.
A Prelazia publica um boletim oficial, Romana, que recolhe todos os documentos e notícias relevantes sobre a sua atividade: mais dados podem ser encontrados em www.romana.org. Além das informações contidas neste site, pode-se encontrar outras: - sobre São Josemaría em www.josemariaescriva.info - sobre os seus escritos em www.escrivaworks.org Nos países onde há trabalho apostólico do Opus Dei, existe também um Escritório de Informação, que está à disposição dos jornalistas e profissionais da comunicação. O endereço eletrônico desses escritórios pode ser encontrado na seção "Sala de Imprensa" deste site.
Envie-nos uma mensagem rápida, preenchendo o quadro MAIS INFORMAÇÕES logo abaixo, ou um mande um e-mail para info@opusdei.org.br.  Enviaremos uma resposta prontamente. Caso resida em outro país, é possível enviar uma mensagem rápida clicando no botão OUTROS PAÍSES da página FALE CONOSCO, ou enviar um e-mail para o Escritório de Informações do país desejado. O endereço eletrônico pode ser obtido selecionando o continente e o país desejado na página SALA DE IMPRENSA.
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19 de maio de 2013

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