
“Somos responsáveis pela nossa fidelidade”
O Prelado do Opus Dei falou da lealdade, com palavras e feitos, ao caminho que cada um haja empreendido.
01 de maio de 2010
Em março, Dom Javier Echevarría celebrou, em Roma, uma Missa em sufrágio da alma de dom Álvaro Del Portillo, bispo e sucessor de São Josemaria à frente do Opus Dei, que faleceu em 1994.
Dom Echevarría contou uma passagem pessoal: “Um dia em que dom Álvaro não estava presente, São Josemaria falou-nos dele com estas palavras: ‘Possui a fidelidade que vós devereis ter em todo momento. Soube sacrificar-se em todas as suas coisas pessoais com um sorriso, como vós. Ele não acredita ser uma exceção, nem eu tão pouco acredito que o seja, nem que o será jamais: vós devereis fazer como ele, com a graça de Deus. E se me perguntardes: foi heróico alguma vez? Eu vos responderei: sim, muitas vezes foi heróico, muitas; com um heroísmo que parece uma coisa comum’”.
Com palavras do Papa Bento XVI, o Prelado do Opus Dei recordou que “na realidade, a vida é sempre uma eleição: entre honradez e injustiça, entre fidelidade e infidelidade, entre egoísmo e altruísmo, entre o bem e o mal”.
Reconheceu também que: “permanecer leais sempre e em todos os aspectos não é fácil e exige sacrifício”, porque, com as palavras do Papa, “a escola da fé não é uma marcha triunfal, mas um caminho salpicado de sofrimentos e de amor, de provas e de fidelidade que devemos renovar todos os dias”.
“Queira Deus – concluiu – que, por intercessão da Virgem, possa dizer de cada um de nós que fomos fideles usque ad mortem [fiéis até a morte], fiéis à vocação cristã, com uma fidelidade concreta, alegre, indiscutível, renovada, dia a dia, nas coisas grandes e pequenas da vida ordinária”.
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07 de setembro de 2010

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