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05 de dezembro de 2004
Tempo de preparação para o Natal
Chegou o Advento. Que bom tempo para remoçar o desejo, a nostalgia, as ânsias sinceras pela vinda de Cristo!, pela sua vinda cotidiana à tua alma na Eucaristia! - Ecce veniet! — está para chegar!, anima-nos a Igreja. (São Josemaria, Forja, 548).. 23 de dezembro de 2000
“Fez-se Homem para nos redimir”
Admira-te ante a magnanimidade de Deus: fez-se Homem para nos redimir, para que tu e eu - que não valemos nada, reconhece-o! - O tratemos com confiança. (Forja, 30). 22 de dezembro de 2000
“O amor se manifesta com fatos”
Chega-te a Belém, aproxima-te do Menino, embala-O, diz-Lhe um monte de coisas ardentes, aperta-O contra o coração... Não falo de criancices: falo de amor! E o amor manifesta-se com fatos: na intimidade da tua alma, bem O podes abraçar! (Forja, 345). 21 de dezembro de 2000
“Temos que ser humildes”
Tu tens de obedecer - ou tens de mandar - pondo sempre muito amor (Forja, 629).. 20 de dezembro de 2000
“Nossa tendência ao egoísmo não morre”
Não coloques o teu “eu” na tua saúde, no teu nome, na tua carreira, na tua ocupação, em cada passo que dás... Que coisa tão aborrecida! Pareces ter esquecido que “tu” não tens nada, que tudo é dEle. Quando ao longo do dia te sentires – talvez sem razão – humilado; quando julgares que o teu critério deveria prevalecer; quando notares que em cada instante borbulha o teu “eu”, o teu, o teu, o teu..., convece-te de que estás matando o tempo, e de que estás precisando que “matem” o teu egoísmo. (Forja, 1050). 19 de dezembro de 2000
“Sem Ele não podemos nada”
Quando sentires o orgulho que ferve dentro de ti – a soberba! -, que te faz considerar-te um super-homem, chegou o momento de exclamares: - Não! E assim saborearás a alegria do bom filho de Deus, que passa pela terra com erros, mas fazendo o bem. (Forja, 1054). 18 de dezembro de 2000
“Não me soltes, não me deixes”
Manifestemos a Jesus que somos crianças. E as crianças, as crianças pequeninas e simples, quanto não sofrem para subir um degrau! Parece que estão ali perdendo o tempo. Finalmente, subiram. Agora, outro degrau. Com as mãos e os pés, e com o impulso de todo o corpo, conseguem um novo triunfo: mais um degrau. E volta a começar. Que esforços! Já faltam poucos..., mas então um tropeção... e zás!... lá em baixo. Toda machucada, inundada de lágrimas, a pobre criança começa, recomeça a subida. Assim nós, Jesus, quando estamos sós. Toma-nos Tu em teus braços amáveis, como um Amigo grande e bom da criança simples; não nos soltes até que estejamos lá em cima; e então - oh, então! - saberemos corresponder ao teu Amor Misericordioso, com audácias infantis, dizendo-te, doce Senhor, que, a não ser Maria e José, não houve nem haverá mortal algum - e os tem havido muito loucos - que te ame como eu te amo (Forja, 346). 17 de dezembro de 2000
“Deixa que te exija!”
Deus nos ama infinitamente mais do que tu mesmo te amas... Deixa, pois, que te exija! (Forja, 813). 16 de dezembro de 2000
“Deus não te arranca do teu ambiente”
Deus não te arranca do teu ambiente, não te retira do mundo, nem do teu estado de vida, nem das tuas ambições humanas nobres, nem do teu trabalho profissional... mas, aí, te quer santo! (Forja, 362). 15 de dezembro de 2000
“Para obedecer é precisa a humildade”
Quando tiveres de mandar, não humilhes: procede com delicadeza; respeita a inteligência e a vontade daquele que obedece. (Forja, 727). DESTAQUES
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